sábado, 23 de junho de 2007

Internet, mídia e jornalismo

JORNALISMO
A velocidade com que a internet se comunica é quase proporcional a sua velocidade de se propagar como mídia pelo mundo afora. Exageros a parte, esse meio eletrônico abre novas portas ao jornalismo, além do rádio, TV, cinema e do impresso por jornais e revistas. A Internet vem aliada a uma série de aspectos que a diferenciam sensivelmente em relação a estas outras mídias.

J.B.Pinho, no seu livro “Jornalismo na Internet”, nomeia algumas vantagens e alguns pontos críticos da Web em relação aos outros meios com que se faz jornalismo: Não linearidade, leitura não linear do hipertexto. Fisiologia, quanto ao formato físico da mídia, ,não deslocável. Instantaneidade. Dirigibilidade. A informação pode ser dirigida a consumidores específicos. Qualificação, os usuários tem maior poder aquisitivo, mais informação e podem ser considerados como formadores de opinião. Custo de Produção. Caro no início, mas depois passa a ser irrisório se comparado aos custos de produção das outras mídias. Interatividade, Pessoalidade, que implica em privacidade.Acessibilidade. Acessível a qualquer hora. Receptor ativo. É o usuário que aciona a recepção do que quer ver.

O jornalismo, as relações públicas e a publicidade, são às vezes confundidos por usarem os mesmos meios para se dirigirem ao público através de jornais, rádio, revistas, TV e cinema. No entanto, o que os difere é a persuasão. A publicidade e as relações públicas pretendem persuadir e levar a ação. O jornalismo se estabelece no real.
O que se dirá então do jornalismo digital, que além de todos os fatores apontados acima: suporte de circulação, redes interligadas, possue um enorme processo produtivo, e pode ainda persuadir e ater-se ao real?

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